7 de nov de 2008

A origem do nome

UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA
MILENA LOPES DE BORBA












A ORIGEM DO NOSSO NOME










Araranguá
2008
MILENA LOPES DE BORBA










A ORIGEM DO NOSSO NOME







Trabalho de conclusão de curso: Apresentado ao curso de pedagogia da Universidade do Sul de Santa Catarina






Orientador: Prof° VALENTIM FERMO






Araranguá
2008































INTRODUÇÃO
Esse trabalho tem o propósito de me ensinar e a me preparar para dar aula,tive uma alegria de fazê-lo,pois aprendi o que é uma proposta pedagógica,vi que é importante ter no trabalho a historia do colégio que estagiamos. E também a relatar a leitura critica do programa de ensinos das professoras da terceira e quarta séries, pois é importante que a gente vê o que as crianças estão aprendendo. No resumo do trabalho de conclusão de curso vi que é necessário trabalhar a sexualidade com os alunos de terceira e quarta serie onde eles estão começando a querer saber de muitas coisas em relação à sexualidade. Ao relatar a realidade da terceira e da quarta série vi a importância que se tem de um professor ter ligação com os alunos, e com isso os dois saem a ganhar.
As interdisciplinaridades também foram importantes para a preparação do meu estagio pois pude com ligar com todas as matérias e isso teve um resultado muito bom para ambas as partes .
Como foi ganho para o meu aprendizado,pois hoje estou preparada para lidar com uma turma em sala de aula.

































2-PROPOSTA PEDAGOGICA
Este trabalho tem como objetivo de contextualizar o campo de estágio dando como oportunidade de conhecermos a realidade da escola e a sua história.
Conta-se também com a leitura Critica do programa de ensino da 3ª e 4ª série do ensino Fundamental,onde nos podemos verificar o que elas aprendem durante o ano letivo.
Além da leitura criticas temos o pressuposto de uma ação transformadora que é o resumo do trabalho de conclusão de curso nele verificar-se que as crianças estão a despertar muito cedo para a sexualidade,pois o que ajuda nisso é a mídia que desperta as crianças mais cedo para a sexualidade.
Também tivemos o conhecimento da realidade da relação professor e aluno, conhecendo o retrato da realidade do ensino da terceira série e quarta serie, dando para nós uma bagagem de conhecimento do q nos espera futuramente,pois essa realidade vai estar presente em nossas vidas. E pelo fim vem a interdisciplinaridade,onde que damos a oportunidade de relacionar o conteúdo com todas as disciplinas assim relacionamos as atividades com as outras coisas.




2-1 CONTEXTULIZAÇÃO DO CAMPO DE ESTÁGIO


A Escola de Educação Básica Ângelo Scarpa já tem uma longa historia. Instalada em 1952 a 9 de abril como Grupo Escolar, começou a funcionar com 74 alunos, sendo que a primeira diretora foi Santolina Maria Felicidade Paladini .
Nesta época o Brasil tinha como presidente Juscelino Kubitschek, quando a sociedade brasileira voltou a democracia com governos escolhidos diretamente pela população.
No ano de 1953 começou a funcionar o curso Primário Complementar, 5a série. Também nesse período, no Campo da Educação, destacou-se as discussões da LDB ( Lei de diretrizes e Bases da Educação Nacional), sendo intensas entre os defensores das escolas publicas e os das escolas privadas.
Em 1965, foi criado o Ginásio Normal Ângelo Scarpa pelo decreto nº 2664 de /4/84/65, funcionando com a 1a e 2a série Ginasial com 31 alunos e segundo informações da comunidade, o senhor Moacir Borba e o Deputado Losein Slowinsk foram as pessoas que se empenharam para a conclusão deste projeto e veio a primeira professora normalista Marlene Nunes da Silva.
Em 15 de maio de 1966 foi fundada a APP (Associação de Pais e Professores) com finalidade da integração Escola / Comunidade sendo o primeiro presidente o Sr Valmor Rodrigues da Silva. Os anos que vão de 1964 a1985 são historicamente conhecidos como os anos de chumbo, caracterizado pela ausência do estado de direito. O governo militar optou pela capital estrangeiro, acabando de vez com o modelo nacional –desenvolvimentista. A concentração de renda nas mãos de poucos e a divida externa do país aumentaram assustadoramente, provocando o arrocho salarial da grande maioria da população trabalhadora. Além dos efeitos desastrosos na economia autoritarismo do governo militar influenciou negativamente nas relações culturais, bem como na educação.
Em 17/02/71 o Educandário (Grupo Escolar e ginásio Normal) passou a Escola Básica. Com a necessidade e a valorização da Educação a nível Nacional foi criada o ensino médio noturno em 04/03/1986 através da portaria E/0154 de 13/03/1986 passando a Categoria de Colégio Estadual.
E em março de 1997, foi criada a primeira turma do Ensino Médio noturno e diurno devido a distância da escola e os problemas enfrentados pelos alunos que são de várias localidades, os ônibus escolares no período noturno não podem deixar os alunos próximo de sua residência e também porque cada vez mais as crianças são mais jovens para estudarem no turno da noite.
Na década de 80 o Colégio Ângelo Scarpa projetou-se a nível Estadual com a criação do Coral Sertão em Flor e suas participações em festivais e das primeiras participações dos alunos nos jogos regionais, Jerva.
Em 20/12/89 o colégio foi vitima de um incêndio destruindo grande parte do prédio e arquivo escolar. Com a atenção e a dedicação da Direção, professores, alunos e comunidade em três meses o colégio voltar a funcionar novamente.
Em 28/03/83 através da portaria E/100 foi criada o pré- escolar e em 1997 com a nova Lei de Diretrizes e Base a responsabilidade do Ensino Infantil foi para o município. Em 15/07/93 foi criado o Grêmio Estudantil, qual denominou-se Grêmio Estudantil livre João Batista da Rosa em homenagem a este professor falecido que fez parte do quadro de professores desta escola.Em novembro de 1994 foi criado através de um concurso o Slogan do colégio para estampar o uniforme.
Em março de 1997 foi uma das primeiras escolas da região a entrar no sistema de informação com ajuda de toda a comunidade escolar e foram contemplados com um curso especial oferecido pela secretaria da Educação em Florianópolis para a implantação do Sistema Série.
Foi comprado também em 1997 a primeira linha do telefone da escola, que na época custava um preço exorbitante, pois telefone era ainda na época um dificuldade para se obter e com empenho do Presidente da APP. Antonio Aldo Sombrio, que a princípio emprestou o dinheiro, que depois foi pago com ajuda da comunidade escolar.
Em 1997 construído e inaugurado o Ginásio de Esporte da Escola, espaço que deu condições de realizar grandes eventos da comunidade escolar.
Em março de 1998 a escola aumentou consideravelmente o numero de alunos conseguindo colocar o primeiro Diretor adjunto o professor João Batista Soares.
Em outubro de 1998 realizada uma reforma geral da escola com a ampliação duas salas de aula , e em 2000 como aumentou o números de alunos tivemos a ampliação de mais de mais duas sala de aula.
A escola conta atualmente (2005) com 930(novecentos e trinta alunos) funcionando em três turnos sendo turmas de 1a a 4a serie, quatro turma de 5a serie, quatro turma de 7a serie, quatro turma de 8a serie total de 20 turmas no Ensino fundamental, e no ensino médio temos quatro turma de 1o ano, quatro turma de 2o anos e três 3o anos. Tem vinte sete professores efetivos, um orientador educacional, sendo que desses dezesseis possuem especialização.Possuem seis funcionaram que cuidam da limpeza e merenda da escola.
A escola de muito tempo vem realizando vários eventos como grandes festas juninas reunindo toda a comunidade, feira cultural, feira de ciências, festival de poemas, desfile com bandas da escola, representações teatrais ,grupo dos amigos da flauta, curso para os professores, palestra para os professores, palestra para os pais e muitas apresentações artísticas.
Desde suas criação, muitas diretoras passaram pelo Colégio deixaram a sua contribuição como: José Fernandes, Jorge Romeu Dandan, Neda Matos Pereira, Jose Nodesto machado, Judite Fernandina dos Santos, Emilia Terezinha Barros Paulo, Maria Glaci Maciel Melo, Silvia Sirlei Ferreira Guevara Rayo, Dilce Cettadini Maciel Francisco, de 1995 a 1998 Diretora Maria Solange Lopes de Borba e Diretor - adjunto João Batista Soares , 1999 a 2000 Diretor Renato Porto Soares , Diretora adjunta Dilce Cittadini Maciel Francisco e em 2003 assumi novamente a direção Maria Solange Lopes de Borba e a diretora –adjunta Cristina Quartieiro Dalpias Soares E 2006 assume a direção Geoslaine Pereira Magnus e Sandra Lummertts
A Escola de Educação Básica tem como filosofia o comprometimento com a busca de evolução humana cultural e social da comunidade escolar. E tem como fins os fetivos promover uma escola aberta ,solidária,receptiva, promovendo maior interada entre escola e comunidade assegurando a construção do conhecimento cientifico e contemplando questões que dizem respeito a vida dos alunos respondendo as indagações relacionada as suas vidas e conseqüentemente garantindo-lhe a inclusão e participação da sociedade.




2.2 LEITURA CRICITICA DO PROGRAMA DE ENSINO DA 3ª E 4ª SÈRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL
Este tópico apresenta a leitura critica do programa de ensino da terceira série e quarta série e com isso poderemos entender mais sobre os programas de ensino
2.2.1 Leitura Critica do programa de ensino da 3ª série do ensino Fundamental
O programa do professor é muito bom e rico,pois mostra em sua metodologia em gerenciar metas nas perspectivas nos processos de informação a criança que estamos formando para a sociedade.A metacogniçao é tanto nas habilidades de desenvolver o ser humano especificando nas características em função das tarefas realizadas de estarmos parcialmente relacionada á inteligência com o objetivo especifico ler silenciosamente os textos,ler oralmente Emitir opiniões pessoais sobre o texto.E diante dos conteúdos programados perante o ano são bons,pois garante as crianças de aprenderem a ler silenciosamente e oral,com isso ele compreende as leituras através das interpretações de texto. E aprendam a se expressar oralmente e na escrita,com isso dando a criança a ênfase das pontuações e nas escrita,dando as crianças as possibilidade de criarem frases completas.
Segundo Warschauer (1997,p;35) “A reflexão não é uma condição da ação ,pois é possível agir sem refletir”.
E ainda na disciplina de português se trabalha as pontuações adequadamente,junto com isso desenvolvendo com as crianças as correções dos trabalhos concluídos pelos os alunos. Repassando para as crianças o alfabeto e assim eles irão poder assimilar na formação de sílabas.
Perante Warschauer( 1997,p;34 ) “Aquilo que não sentimos como algo importante não é retido em nossa memória de significados”.
O plano de curso de português também lhe passa por sinônimo e antônimo e com isso releva nas produções de textos e poesias, contos,poemas e também assim faz com que as crianças aprendam dialogar com os outros e junto com as crianças produzem historias em quadrinhos. Trabalhando com elas musicas e as parodias e com isso as crianças desenvolvam a escrita e articulando na ortografia e com isso aprendam a pesquisar o questionário para estudar-se o significado das palavras.
Para Warschauer (1997,p;35) “O auto conhecimento é muito importante na formação do Homem.”
No plano de aula na disciplina da matemática é muito bom também pois alem de ensinar os conjuntos e os subconjuntos , esse conteúdo tem como objetivo específico de identificar elementos de um conjunto. E assim também as crianças aprendam a identificar os tipos de conjuntos.
Ensina-se para as crianças os sistemas de numeração,reconhecendo os conceitos de números e quantidade dos elementos de um conjunto. Enquanto a professora tenta despertar o interesse das crianças na identificação do antecessor e o sucessor de um numero natural.
O plano de aula de matemática tem como tem como objetivo de fazer as crianças pensarem em selecionar os números nas identificações os algarismos.E com isso se juntam-se na resoluções dos problemas, juntando nas expressões numérica dando a ênfase nas identificações dos números inteiros.
Assim, o professor toma consciência das relações entre o que pensa e o que faz parte de suas realizações,aproximando teoria e prática pedagógica.
(WARSCHAUER,1997,p35)
Na história tem como objetivo de fazer com que as crianças compreendam as verdadeiras origens dos nossos municípios,e assim ele terão a cesso de como surgiu as identidades e as relações sobre o passado e o Futuro.
Tem como objetivo de relatar as contribuições dos povos colonizadores para o desenvolvimento e o progresso do município. Isso da uma bagagem muito boa para as crianças,pois elas tem como conhecer que somos parte da historia dos imigrantes que vieram ao nosso pais,e assim poderam deixar suas raízes,suas tradições que mesmo no mundo atual são utilizadas.
Conforme Warschauer (1997,p,36) “A valorização dos conteúdos do inconsciente,como parte integrante da pisque humana, é de grande importância para a integração entre sentimento e intelecto”...
No plano da disciplina de história também revela para as crianças de como surgiu as comunidade fazendo que os alunos aprendam a lidar em comunidade socializando com os colegas e com isso tratou de contar de como é importante situar a criança de conhecer que um município necessita de verbas do município. Isso as crianças aprendam e conhecem que um município para se manter necessita de dinheiro,isso se da um nome de situação econômica do município. E a economia do município vem dos impostos que nos pagamos para ter acesso à saúde e educação.

Considerar que o homem é somente aquilo que a sua consciência conhece de si mesmo é uma forma de eximi-lo da responsabilidade de muito de seus atos,pois nem todos provêm de sua intencionalidade consciente.
(Warschauer,1997,p;36)
Relata também os meios de transporte do dia de hoje e também de como era antigamente,e assim despertando o interesse das crianças sobre a história do meio de transporte.
No plano de aula da disciplina de ciência também é rico pois coloca as crianças na importância que temos de estarmos aqui,pois estuda a existência de nos como seres humanos por estarmos aqui hoje.Coloca também para as crianças sobre a importância de termos uns bons hábitos de higiene,que o nosso corpo necessita estar sempre limpos.
O plano de aula revela também aparte sobre a importância dos primeiros socorros ,os tipos de animais que existem e a sua importância de cada um deles para a existência da terra. Os alunos apreendem sobre a importância da água em nossa vida e quais são os seus benefícios a nossa saúde isso que é importante de estudar sobre a importância da água em nosso planeta.Envolta de nossa terra a mais água do que terra.
Para Warschauer (1997.p;37) “É uma postura que considera os limites da racionalidade humana e que abdica do controle e do domínio da natureza ,incluindo a natureza complexa da pisque humana”.
A metodologia utilizada na disciplina de ciência consegue despertar o interesse dos alunos perante a aula de ciência. No interior dos livros de ciência prendem atenção dos alunos com atenção perante a figura de plantas e dos animais que nele existe, e assim a professora faz com que os alunos despertam a vontades de estudar o conteúdo de matemática diante do que o livro tem a ensinar.
Para melhor analisar o vivido,precisei afastar-me daquela escola tão cheia de lembranças e história apaixonada, e busca um outro espaço onde pudesse compreender e amadurecer aquelas vivências.
(Warschauer.1997,p;43)

Isso fará com que a criança perceba sobre a importância das nossas ações diária para a preservação do meio ambiente.
No programa de geografia se estuda os pontos cardeais, que faz os alunos a ter uns conhecimentos aos pontos cardeais.Se estudas também os mapas e as plantas e isso faz com que as crianças aprendam a lidar com os mapas e a plantas.
O ensino de geografia pode levar os alunos a compreenderem de forma ampla a realidade,possibilitando que nela interfiram de maneira mais consciente e pro positiva.
O plano de geografia mostra as crianças a identificam os municípios que moramos, e isso faz com que as crianças a reconhecer os limites dos nossos municípios.
Nesse sentido a uma dinâmica para as transformações perante o estudo de um mundo estático.






2.2.2 Leitura Critica do programa de ensino da 4ª série do ensino Fundamental

O programa de ensino da língua portuguesa mostra que o seu objetivo é criar no aluno a capacidade de decifrar e decodificar a sua forma de manifestar todo o seu pensamento formulando a sua escrita e junto compreendendo a forma escrita de outras pessoas.
É muito importante em conhecer a história da profissão do professor e a sua pratica que nela tem uma forma de ampliar os nossos conhecimentos de forma horizontal e cultural de forma produtiva ao querer proporcionar um programa onde se é bastante rico em alguns fatores que geralmente são conquistados ao longo tempo.
Também o fato que a criança aprende a relatar as histórias desde o seu inicio e o seu meio e fim,isso é uma grande evolução para o desenvolvimento para a criança. E com isso a criança aprende a emitir sua própria opinião ao texto a ser passado a elas.
Pos a uma finalidade principal ao trabalho com a Língua Portuguesa na escola que é na formação do ser,isso ajuda desenvolver nos alunos como pessoas e como cidadão de um lugar onde que exige que nos tenhamos conhecimento na área da nossa língua.
No programa de língua portuguesa ensina a criança a criar fatos narrativos onde que eles mesmos podem dramatizá-los.
A verdadeira forma de se ensinar a uma criança, se da na ação do que se é passado no favorecimento ao conhecimento se recebe através dos diálogos que temos com os nossos alunos.
O plano de aula mostra que através dos conteúdos,os alunos adquirem conhecimento através da produção de textos oralmente. Criam os seus próprios personagens através dos seus conhecimentos adquiridos perante o seu desperta.
"Saber decodificar letras em sons e codificar sons em letras não significa ser capaz de utilizar a língua: a capacidade de uso é equivalente à possibilidade de falar, escutar, escrever e ler em diferentes contextos de comunicação."
(MEC,1997, http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2001/port/pgm1.htm)

A necessidade cotidiana é que faz o aluno a desenvolver sua inteligência perante a pratica que se permite a reconhecer o problema na busca de selecionar as informações ,tomada por decisões e assim desenvolvem uma ampla capacidade para lidar com as atividades de matemática que é colocada para os alunos resolverem.
É o programa de língua portuguesa mostra que é importante que os alunos aprendam a lidar a interpretar e podem descobrir novas palavras através do q eu eles se aprendam junto aos seus professores.
No programa de matemática as crianças tem que pensar e também te quer ler o que as atividades pedem, pois elas a prendem analisar os conjuntos pela a enumeração dos seus elementos. E alem dos conhecimentos q eles adquirem ao estudar os conjuntos por meios de diagrama,e isso vem dos conteúdos que estão ligados na linguagem dos conjuntos.
Ao identificar as principais características dessa ciência,e de seus métodos de ramificação ao uso da matemática com as crianças da quarta serie.
Os reconhecimentos ao sistema de numeração é o decimal,isto é na contagem que o aluno tem que fazer na base de dez.
Os reconhecimentos de identificação da direita,onde que cada três ordem forma uma classe,isso ajudar os alunos a ler os números corretamente os números naturais.
Essa pratica de ensino mostra ineficaz, pois a redução correta poderia ser apenas uma simples indicação de que o aluno a reproduzir mas não se sabe se ele aprendeu realmente os conteúdos.
Essa pratica mostra de como são usados é reconhecer os símbolos usados pelos os romanos para apresentação dos números.Mostrando um numero que se pode ser formado por um,dois e três de mais algarismo.
Segundo o MEC (1997,p,41) “Percebe que alem de buscar a solução para uma situação de proposta devem cooperar para resolvê-la e chegar a um consenso”.
Percebes que como a é importante ter uma compreensão dos cálculos aos problemas envolvendo as quatros operações.Calculando corretamente o valor de uma expressão numérica combinando adição, subtração,multiplicação e divisão. Na identificação dos divisores de um numero natural.
Para o MEC (1997,p41) Essas aprendizagem só será possível na medida em que o professor proporcionar um ambiente de trabalho que estimule o aluno a criar,comparar,discutir,rever,perguntar e ampliar suas idéias.
É assim que se estuda a matemática,ampliando as suas próprias idéias,e com isso faz com que os alunos aprendam a conhecer mais o mundo da matemática.
Na geografia e na historia estudam os aspectos gerais no município e os Estado , onde que as crianças adquirem conhecimento em localizar o Estado em que ela vive. Aprende a identificar a região sul de Santa de Catarina.Aprende a situar o Brasil através de pesquisa de mapas.Pois a geografia e a história estão ligado numa coisa só nas respectivas de ensinar as crianças a se localizar a onde que a gente nos pertence ando a ela o conhecimento que vivemos na América do Sul.
Os conteúdos proposto estão constituídos, assim, a partir da historia do cotidiano da criança integra-se num contexto mais amplo que conclui os contexto histórico.Estuda-se as diferenças culturais, etnias,de idade, de religião ,costumes,gêneros,sistemas econômicos e políticos. Analisam as lutas e as conquistas políticas,travadas por individuo ,por classe social. Isso se mostrava como agentes responsáveis pelas modificações e formação do relevo.
Ao nomear as diversas formas de relevo dando as prioridades que as crianças descubram os principais relevos que existam.
Conhecer a organização do espaço geográfico e o funcionamento da natureza e com múltiplas relações,de modo a compreender o papel das sociedades em construção e na produção do território, da paisagem e do lugar.
As crianças aprende a lidar com os fatores que determinam o clima no Brasil, Se compreende a especialidade e temporalidade dos fenômenos geográficos estudos em suas dinâmicas de interações.
Na ciência as crianças aprendam a lidar com a higiene como forma do bem estar social, aprende reconhecer a importância do ar que respiramos. Se reconhecer as formas de poluição no ar.
Quanto ao ensino de atitudes e valores, embora muitas vezes o professor não de da conta estará sempre em legitimando determinadas atitudes com seus alunos. Afinal é ele uma referencia importante em nossas vidas.
A ciência esta ligada tudo que nos envolve,pois é através dela q nos aprendemos a compreende a importância de estarmos vivos.











2.3 PRESSUPOSTO PARA UMA AÇÂO TRANSFORMADORA

A SEXUALIDADE NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

Refletir sobre a sexualidade dentro do contexto escolar revela-se uma grande importância de estarmos colocando em questão inerente do ser humano . Pensamos na exposição de algumas idéias que possam contribuir de forma positiva dando continuidade ao tema a sexualidade na escola. Deste modo,compreendemos que a necessidade de fazer uma pratica pedagógica enquanto o alvo de questionamento numa perspectivas da busca de respostas alternativas que possa proporcionar algo que seja produtiva.
Não se tem pretensão de impor os pensamentos ou carregar meus conhecimentos que é tão delicado,abrangente e ainda imbuído de preconceito de uma vez que a sexualidade é entendida por um ato de pecaminoso de falta de pudor com o próprio corpo.
Os educadores devem estar atentos nas mudanças que as crianças e os adolescentes vem tendo em suas transformações com o seu corpo e com sua vida durante a convivência em sociedade.
Por isso a necessidade de um trabalho voltado para a sexualidade nas áreas escolar,buscando capacitar e encorajar os profissionais da educação nesta área,apresentado nesse projeto, e com o estudo deu para observar que em pleno século XVI existem pessoas que ficam apreensiva ao se depararem com alguém que siga explanar sobre a sexualidade.
Acreditamos que a falta de comunicação entre os educadores pode existir um grande problema como trabalhar a sexualidade e como educar as series iniciais?Neste contexto, é necessário compreender e que se reflita na atuação dos professores e os colegas da escola num todo. Vista que o problema é comentar sobre a sexualidade com os alunos nas seriem iniciais. Quando se aplica uma orientação sexual, é como se deve contribuir para que os alunos exerçam a sua sexualidade com prazer,mas também que possam saber usufruí-lo com responsabilidade.
Os pais e os professores vêm ignorando o assunto sobre a sexualidade . Pois ainda existe o tabu,ao falar sobre sexo com as crianças e os adolescentes. A falta de interesse dos professores em discutir com as mudanças que vem acontecendo durante a transformação e os nossos valores culturais.
Vimos que em nosso cotidiano escolar as pergunta vão aparecendo e os professores vãos escondendo-se desta realidade. A escola deve orientar sobre os fenômenos da vida propõe para que as crianças e os adolescentes tenham que uma vida saudável e que elas possam lidar com naturalidade.
Relatar a sexualidade de forma que seja compreendida como um conjunto de fatos relacionados á vida que abrange o biopsicosocial do aluno individualmente. Os professores devem com os pais orientar cada vez mais educação das novas gerações.
E contudo isso inclui que no objetivo geral é analisar como a sexualidade é trabalhada nas series iniciais . Este estudo alternativo procura esclarecer a sexual de acordo com a realidade do individuo que contribua para o conhecimento do ser.
Quando se é abordado sobre o tema sexualidade, o primeiro mandamento a ser enfatizado é que enquanto no reino animal irracional as funções sexuais são determinadas funções pelo instinto da sexualidade humana que se manifesta através dos padrões culturais historicamente determinados, onde sua dinamicidade temporal e diversidade especial e performática. O essencial são eles revelam a necessidade de reconhecer e de superar esse moralismo. Supõe –se que deve falar de sexualidade,mas não uma coisa que se deve simplesmente em inserir em um sistema de utilidade de regular para o bem de todos,fazer um segundo padrão.
No relatório pedagógico, o controle familiar que aparentemente visa apenas vigiar e reprimir essa sexualidade,periféricas funciona, na verdade,como um mecanismo de dupla citação: prazer e poder. O prazer em exercer um poder que questiona, fiscaliza,espreita,espia,investiga, apalpa,revela;prazer de escapar a esse poder que se afirma no prazer de se mostrar,de escandalizar,de resistir, no prazer e poder se reforçar.
A sexualidade humana é um construtor cultural, tanto quanto o hábito alimentar e corpora,nasce machos e fêmeos e a sociedade nos faz homens e mulheres. Mais ainda: os seres masculinos e femininos variam enormemente de outra cultural para a cultura,modificando-se substantivamente ao longo das gerações dentro de uma sociedade.
No processo de desenvolvimento por grupo que se reproduzem e crescem na necessidade de amar e ser amado,mas por ai não ter encontrado o amor de Deus,entrega-se à ação da carne. A perfeição seria para o Santo Agostinho que as Relações de alma ara alma fossem moderada pela amizade,não sendo sufocada pela ladosa concupiscência e do borbulhar da juventude. Não podia, contudo,distinguir, o amor sereno do prazer tenebroso. Um dia e outro ardiam confusamente em mim,arrebatavam a minha débil idade pelos desenpenhadeiros das paixões e submergiam-me num abismo do vicio.
Pois de um lado teria o poder central estava enfraquecido, e do outro, tinha a igreja se sobrepunha forte e estável. Os padres e suas paróquias na verdade preenchiam as deficiências de uns governantes seguro e austero.
Ao perceber que a história da sexualidade que nos permite ter uma visão de características de que cada período comum,que é falar abertamente sobre o moralismo e o efeito que consolida-se por trás de um segredo que se esconde através de um tabu sobre a verdadeira história da sexualidade,pois pode ater acontecido algumas mudanças.mas é muito pouco na revolução da sexualidade. È que existe ainda ,em pleno século XXI, um tabu ao falar sobre a sexualidade durante a sociedade. Mesmo sabendo que a mídia mostra abertamente para quem quer ver pessoas exibindo seus corpos, mesmo assim há um grande preconceito em relação à sexualidade.
Ao refletir sobre a sexualidade mo âmbito escolar,enfatizar uma orientação que se propõem a nos esclarecer a contribuição e a formação dos valores na construção do conhecimento ,para que se possa seguir em busca de um caminho que se deve ajudar o ser a desenvolver a sua sexualidade com responsabilidade .E com isso se possa desenvolver dentro da visão do mundo experiência vivida que se refere ao conhecimento da sociedade nas questões da sexualidade nas questões da sexualidade que não pode ser vinculada por dentro da realidade do aluno na questão de sua identidade.
Desde a antiguidade a sexualidade vem gerando polêmicas mexendo com sensação e fantasia das pessoas associadas as coisas feia, inconvenientes impróprias. Apesar da revolução sexual,da globalização dos meios de comunicação terem contribuídos para uma modificação nas atitudes morais e nas questões ligadas ao sexo ou sexualidade,esse assunto continua sendo o tabu.
Ao falar sobre sexualidade entre as crianças e os adolescentes não é um trabalho muito simples, para aqueles professores que ainda tem o famoso tabu. E com isso muitos professores não estão preparados para lidar com a realidade,sobre as mudanças ocorre na vida crianças.
E a maioria das crianças e dos adolescentes passam o seu tempo na escola onde se começam a socializar e aflorar a sua sexualidade devida o seu desenvolvimento corporal gerado pelos hormônios. A escola é meio onde há uma interação com o mundo ao redor das pessoas que o cerca no acontecimento.
No entanto, se faz necessário uma preparação dos professores, para torná-los capacitados a comentar sobre a sexualidade. O reconhecimento pedagógico na área da sexualidade é fundamental para que possa integrar o individuo para o mundo social. Isso faz com que na escola implante-se conteúdo didático sobre a sexualidade que possa fazer parte da grade curricular.
A educação sexual deve acontecer primeira no seio da familiar,pois é uma experiências pessoal contida de valores e de conduta que se transmitidos pelos pais e pelas as pessoas que cercam desde bebê.


2.4 RETRATO DA REALIDADE DO ENSINO DA 3ª SÈRIE E 4ª SERIE
Esse tópico apresenta da realidade da terceira serie e da quarta série do ensino fundamental.
2.4.1 RETRATO DA REALIDADE DO ENSINO DA 3ª SÈRIE
Na terceira serie o que eu observei foi que as crianças têm uma dificuldade de se relacionar com os outros. Existe certa exclusão entre os colegas.
Não existe uma relação amigável entre professor e aluno,pois nenhum e nem o outro não se respeitam. Os alunos são espertos mas tem há uma dificuldade de se trabalhar com eles. Principalmente na sala de aula tem uma criança imperativa que não para na sala de aula que esta sempre querendo chamar atenção na sala de aula. Tem um aluno que é dificuldade de conhecer as letras.
Mas também a sexualidade deles está na flor da pele, ele já querem saber de tudo de onde a gente vem.
A professora B só quer saber de aula em quadro não cria nenhuma coisa que prenda atenção da turma dentro da sala de aula. Falta entre eles respeito mutuo entre professor e aluno.
Os seus primeiros fatores são compreendendo durante o processo proporcionado aos alunos a o estimulo de descontração do aluno deixando–o a vontade o estimulante refere-se ás promoções de atividades que os levam a questionarem.
A professora trabalha em filas um atrás do outro como, não se pode conversar,o aluno não pode levantar. Mas tirando o imperativo ela não o segura,falta cautela para poder chamar atenção nos alunos no conteúdo que ela passa para eles.







Retrato da realidade do ensino da 3ª série


2.4.2 RETRATO DA REALIDADE DO ENSINO DA 4º SERIE

É uma turma muito boa que observei,existe uma relação entre professor e aluno,são crianças que busco o que as professoras passam. São crianças que estão atentos as coisas novas. Querem saber de coisas novas,eles vão buscarem através da pesquisa o que esta sendo estudado. Eles são crianças que se dão bem mas ainda existe uma exclusão na sala de aula que ainda falta trabalhar mas pouca coisa.
São alunos que se percebe que gostam de estudar,são educado,mas já estão a despertar a sexualidade. Todos eles já têm suas paqueras de crianças que é normal na idade deles.
A professora D da espaço para eles conversar entre eles, mas todos em fila,pode se levantar para conversar ao terminar atividades que são passadas.
As crianças são carinhosas com todos,são educadas. Eles trabalham sem reclamar. Pois tudo que se é ensinado é por amor isso é muito importante quando se que conquistar um objetivo e isso a professora D conseguiu fazer entre os alunos.

Retrato da realidade da 4ª série























3-INTERDISCIPLINARIDADE
Esse capitulo tem como proposto em discutir de intervenção que foi contribuído para o crescimento para as crianças de estudar o conteúdo abrangido as suas fonte de conhecimento.
È um movimento que coexiste em uma prática que se trata de um processo de construção e no desenvolvimento dentro de uma ciência que destingem nas quais fazem presente em todas interdisciplinaridade que faz presente em nossas vidas.

3.1 Projeto da 3ª série
Este projeto teve por tema a Origem do Nome. Como objetivo geral: Possibilitar que as crianças na compreensão com uns outros, e a importância de se conhecer a sua origem e sua história de sua família e de seus amigos.Ensinar a eles que todos nos temos a nossa própria identidade que podemos desenvolver através das relações com os outros. Como objetivo especifico:Fazer com que a criança faça a sua própria identidade;Analisar a origem do nome, de onde vem;Construir com as crianças a árvore genealógica;Fazer teatro com as crianças;Fazer cartazes;Fazer crachá com as crianças.
Utiliza-se como metodologia,Apresentação: Foram produzidos crachás com o nome de cada um,

Crachá do nos nomes das alunas da terceira série
Foi questionado sobre a importância de termos um nome.Foi entregue o texto

Meu nome

Eu me chamo Ana Paz;eu tenho oito amos,eu me acho o meu nome bonito.
Tem gente que,pra andar mais depressa,me chama só de Ana. Mas se tem coisa que eu não gosto é ver o meu nome pela metade. E tem gente me chamando de Pazinha. Finjo até que não escuto,quando alguém me chama assim. Mas a minha mãe e o meu pai sempre me deram uma força: eu nunca ouvi eles me chamando diferente de Ana Paz.
O meu pai escolheu Ana, ele gostava demais de Ana,mas a minha mãe achava curto; ele então quis Ana Lúcia, Ana Luísa, Ana Helena, mas na hora que eu nasci a minha mãe escolheu Paz!
- Mãe, a que horas que eu nasci?
- Aos 15 minutos dos dia 26 de abril.
Isso é outra coisa que eu gosto: todo o mundo que eu conheço nasceu já fazendo hora, mas eu nasci quando ainda só tinha minutos no dia que eu nasci
Fazer as atividades do texto “Meu nome”.

1-Dialogar com as crianças a respeito e a importância que tem de ter um nome ?

1- O texto “Meu nome” é o começo de uma história. Para você conhecer como se escreve uma história, é importante saber o que existe uma diferença entre o autor e quem o narrador de uma história.
a) Descubra quem é o autor e quem é o narrador da história que você leu.
b) A seguir, explique com suas palavras qual a diferença entre autor e narrador.
2- Para contar uma história, o narrador fala sempre da personagem,como a personagem gosta de ser chamada?
3- Como reage Ana Paz quando a chamam de Pazinha?
4- Quem escolheu o nome de Ana Paz?
5- Discussão
6- Você gosta do seu nome?
7- Se pudesse escolher o seu próprio nome, qual você escolheria?
8- Quais Quando você tiver um filho , que nome gostaria de dar para ele?
Pedir a eles para escrever uma historia sobre a origem do seu nome.Construir com as crianças a sua própria identidade.

Construção das identidades dos alunos da terceira série

Passo Tarefa de casa. Era pedir para as crianças conversarem a respeito da origem dos nomes deles.Trabalhei com o Texto “As Origens de Cada um”

Acho Que cresci
Mãe, Acho que cresci um pouco mais
Pouco mais
Acho que estiquei um pouco mais
Pouco mais

Aquela calça que eu gosto
Quase não dá pra vestir
Acho que foi o fermento
Do bolo que eu comi

Hoje eu brinquei de peteca
Quase morri de emoção
Quando a garota que eu gosto
Foi me chamar no portão.
Conversamos sobre as nossas origens.Exercício sobre o texto
1- Qual é a mensagem do autor do texto “Acho que cresci” quer passar?
2- Você acha que o texto tem em Relação com a sua historia?
3- Quais são as diferenças que você observou em seus colegas?
4- Cole uma fotografia antiga sua ou desenhe como você era quando mais novo,destacando quanto você cresceu?
5- Observem as fotos antigas de seus bisa vos ou a de seus avós pelas fotos atuais do dia de hoje. E comente no seu caderno a diferença entre as fotos.
Tarefa para casa, pedi para que as crianças trouxesse uma fotografia delas, para que elas analisassem o quanto que elas cresceram. E para que ela leva-se também uma fotografia antigas de seus bisavós ou de seus avós para comentarmos a evolução das fotos nos dias de hoje. Correção das tarefas.Ler o texto As Origens da Família

A família é o primeiro grupo de convivência social. É formada por um conjunto de pessoas que possuem a mesma origem,ligadas entre si por laços de parentesco ou afetividade.
A arvore genealógica serve para visualizar as origens das pessoas. A genealogia permite conhecer as relações de parentesco e os antepassados das pessoas de uma família.
Dessa forma, as origens referem-se à ascendência, o ponto de partida de uma família levando em conta a sua naturalidade.
Geralmente,costuma-se dizer que alguém é natural dessa ou daquela região,nação,desse ou daquele país,pois as pessoas têm origens diferentes.
Você obtém informações dos seus antepassados com as pessoas da sua família e pelos os registros, tais como: documentos,fotografia,objetos, louças,roupas,sapatos,móveis, quadros e pinturas.
Discutir sobre as etnias do nosso Brasil

Dificilmente existe uma nação com tão complexa e variada composição étnica de sua população, no caso do Brasil, a formação populacional advém de basicamente cinco distintas fontes migratórias, são elas:
- os nativos, que se encontravam no território antes da chegada dos portugueses, esses povos eram descendentes de homens que chegaram às Américas através do Estreito de Bering;

- os portugueses, que vieram para o Brasil a fim de explorar as riquezas da colônia;

- os negros africanos, que foram trazidos pelos europeus para trabalhar nos engenhos na produção do açúcar a partir do século XVI;

- a intensa imigração européia no Brasil, sobretudo no sul do país;

- a entrada de imigrantes oriundos de várias origens, especialmente vindos da Ásia e Oriente Médio.
Dar atividades do texto para elas fazerem em grupos em relação as nossas etnias.
Trabalho em grupo
Troque idéias com os seus colegas sobre as origens de cada um.
Por que os brasileiros são tão diferentes entre si,mas constituem um só povo? Agora com o seus colegas, descrevam uma frase que responda essa pergunta.
Façam um cartaz e exponha-o no mural da classe. Tarefa para casa. Pedir para as crianças entrevistarem um avô ou alguém próximo que fale de suas lembranças de sua infância.

Agora que você conheceu a sua árvore genealógica. É possível saber mais ainda sobre suas origens. Vocês irão entrevistar seus avós ou a pessoa mais idosa da família para saberem onde eles e os pais deles nasceram e qual a sua origem do sobrenome de sua família. Você pode seguir o roteiro abaixo,assim como pode incrementa-lo ou criar seu próprio roteiro.


Questões para entrevista:

a) Nome Completo:
b) Idade:
c) Cidade:
d) Estado:
e) País onde nasceu:
f) Quais as lembranças do lugar de nascimento ou o deixou? No caso de tê-lo deixado, por que o fez?
g) Quando se mudou?
h) Qual o meio de transporte que usou para se mudar?
i) Esta contente com o lugar onde mora?

j) Mantém contatos com pessoas do lugar de nascimento? Com quais meios de comunicação ?
k) Preserve alguns costumes característicos de seu lugar de nascimento?
l) Sabe qual a origem do sobrenome de sua família?


















Correção das tarefa; Comentar com as crianças sobre a árvore genealógica;pedir para as crianças construírem a sua árvore genealógica.;Trabalhei a historia do relógio e a medida do tempo
O sumiço dos relógios

Imagine que você acorde pela manhã e não encontre nenhum relógio ao seu redor.

Todos os relógios do mundo sumiram! E agora? Como fazer tudo o que precisa ser feito sem se atrasar nem chegar cedo demais?

“Está na hora de levantar para o colégio? Chegou a hora do recreio? Já começou o meu programa preferido na televisão? Quanto tempo fiquei fazendo a lição de casa? É hora do almoço? É cedo ou tarde para dormir?”

Com certeza, seria a maior confusão!

O céu como relógio

O ser humano sempre foi um grande observador da natureza.

Muito antes de os relógios aparecerem, ele percebeu que podia usar o Sol e as estrelas para medir a passagem do tempo.

Vendo o Sol no céu e as sombras no chão, ele deve ter percebido que sua sombra ficava bem esticada logo que o Sol nascia, ia diminuindo enquanto a manhã passava, ficava pequenininha no meio do dia e ia crescendo durante a tarde, até ficar bem esticada de novo.

Assim, vendo se a sombra dimui ou aumenta, o ser humano pode dizer se é de manhã ou de tarde, e, pelo comprimento da sombra, podemos saber quanto tempo demora para o dia acabar.

Experimente fazer você mesmo essa experiência. Basta observar que, quando você acorda, o Sol está sempre no mesmo lugar. Ao meio-dia, ele está bem em cima de sua cabeça, e, quando a tarde acaba, ele está do lado oposto ao qual ele estava pela manhã.

Use sua casa como ponto de observação. Observe onde a luz do Sol bate todas as manhãs e observe também onde a luz do Sol estará batendo à tarde.





Os ponteiros do relógio



Em muitos lugares você encontra relógios digitais, que trazem as horas escritas. Mas você sabe ler as horas nos relógios de ponteiro?

O relógio de ponteiro faz três marcações de tempo. Ele nos indica as horas, os minutos e os segundos. Para cada marcação dessas, ele tem um ponteiro:


Meio-dia
Quando o relógio marca 12 horas, dizemos que é meio-dia. Isso porque, se o dia tem 24 horas, 12 horas é sua metade.

O ponteiro das horas é sempre o menor. O dos minutos é comprido e o dos segundos é o mais fino e ligeirinho de todos. Nem sempre os relógios têm o ponteiro dos segundos, nesse caso só mostram as horas e os minutos.
A cada volta do ponteiro mais rápido são 60 segundos que se passaram, ou seja, um minuto. A cada volta do ponteiro dos segundos, o ponteiro dos minutos anda um pontinho. O mesmo acontece com o ponteiro das horas: a cada volta do ponteiro dos minutos, o das horas caminha um pontinho.


As horas

Quando o ponteiro dos minutos indica o número 12, isso quer dizer que uma hora novinha, indicada pelo ponteiro menor, está começando.
Nesse exemplo, o relógio está marcando 12 horas.




Em um dia, o ponteiro das horas dá duas voltas completas no relógio. Uma vez até o meio-dia, e outra até a meia-noite, quando recomeça a contagem das horas de um novo dia.

Medidas de tempo
É comum em nosso dia-a-dia pergunta do tipo:
Qual a duração dessa partida de futebol?
Qual o tempo dessa viagem?
Qual a duração desse curso?
Qual o melhor tempo obtido por esse corredor?
Todas essas perguntas serão respondidas tomando por base uma unidade padrão de medida de tempo. Marcel já sabe que o relógio é um instrumento utilizado para medir o tempo.
Ex: Uma sexta, Marcel foi ao cinema com os seus amigos.
Saímos de casa às 3 horas e meia.
O filme começou às 4 horas e terminou as 5 horas e meia.
Outras importantes unidades de medida:
mês (comercial) = 30 dias
ano (comercial) = 360 dias
ano (normal) = 365 dias e 6 horas
ano (bissexto) = 366 dias

semana = 7 dias
quinzena = 15 dias
bimestre = 2 meses
trimestre = 3 meses
quadrimestre = 4 meses

semestre = 6 meses
década = 10 anos
século = 100 anos
milênio = 1.000 anos
Tarefa para casa em relação as horas

Exercícios
1- Agora ,responda na sua folha.
a) Quanto tempo eles levaram para chegar ao cinema?
b) Qual é o tempo de duração do filme?
c) Observe os horários representados nos relógios com ponteiros, e em seu caderno,escreva como você veria esses mesmos horários em relógios digitais:



................................ .................................

................................... ................................



4- Quanto tempo que você leva para escovar os dentes e lavar as mãos?
5- Quanto tempo você leva para se vestir?


: Levei as crianças para o laboratório de informática, para que as crianças pesquisassem os seus nomes e sobrenomes. Correção da Tarefa;Ler o texto para o Teatro O NOME ROUBADO


CENA: delegacia. Delegado na mesa. Entra o investigador

INVESTIGADOR _Seu delegado ,tem um caso ai fora que eu não sei resolver. Nunca vi uma coisa dessas.
DELEGADO _ Manda entrar .
INVESTIGADOR (grita para fora) _ Psssiu! Ô , seu! Psssiu!
HOMEM (humilde,entra) _ Dá licença?
INVESTIGADOR _Conta aí pro delegado.
DELEGADO _ Qual é o caso?
HOMEM _ O caso, doutor, é que fui assaltado ali na esquina e roubaram o meu nome.
DELEGADO _ Roubaram o quê?
HOMEM _ O meu nome,doutor.
DELEGADO _Roubaram o seu nome?
HOMEM _ Isso mesmo, seu delegado. E eu estou aqui para apresentar queixa.
DELEGADO _ Como é o seu nome?
HOMEM _ Eu não estou dizendo ao senhor que roubaram o meu nome?
DELEGADO ( para o investigador) _ Manda dar uma busca ai pela rua pra gente pegar esse ladrão.
INVESTIGADOR ( saindo) _ Pois não, seu delegado.
DELEGADO _ O senhor tem certeza de que roubaram o seu nome?
HOMEM_ Tenho ,doutor. Quando sai de casa eu estava com o meu nome. (...) Meu nome já estava usado,mas era de estimação. Foi um presente que minha mãe me deu no dia em que eu nasci.
DELEGADO _ Se o senhor ouvir o seu nome, o senhor se lembra?
HOMEM _ Certamente,doutor.
DELEGADO _ É nome estrangeiro?
HOMEM _ Não , senhor. Artigo nacional mesmo.
DELEGADO _ Será que é Pedro, João, José, Roberto, Paulo...
HOMEM _ Nenhum desses,doutor.
DELEGADO _ Vai ser difícil descobrir.
INVESTIGADOR ( chega, trazendo o ladrão) _ Peguei o ladrão ali na esquina!
HOMEM ( reconhecendo) _ Foi ele , doutor. Foi ele quem Roubou o meu nome!
DELEGADO _ Calma. ( para o ladrão.) Como é o seu nome?
LADRÂO _ Jorge.
HOMEM (exultante) _ Jorge! É esse o meu nome! Eu quero o meu nome de volta!
DELEGADO_ Devolva o nome dele já, seu canalha!
LADRÃO _ Esta bem, pode ficar com o seu nome.
HOMEM _ Obrigado, seu delegado. Qual quer coisa que o senhor precisar,pode me chamar. Meu nome é Jorge. Passa bem, seu delegado. ( Sai.)
DELEGADO ( para o ladrão) _ Agora vamos conversar. Seu nome Todo?
LADRÂO _ Mão de Cabrito.
DELEGADO _ Perguntei o nome.
LADRÃO _ Eu não tenho nome,doutor.
DELEGADO _ Vagabundo! Quando chegou aqui você disse que se chamava Jorge?
LADRÃO _ É que eu tinha roubado aquele nome pra mim. Mas o senhor mandou devolver.
Max Nunes. O pescoço da girafa.SP, campanhia das Letras,1998






Formar grupo para construção de painéis para o teatro.

painel para apresentação do teatro O nome roubado

Apresentação do teatro


Apresentação do teatro O nome roubado.
Exercícios sobre o texto do teatro com interpretação de texto
Por dentro do texto

Depois de ler o texto respondas as questões abaixo:
1) Quem escreveu o texto “O nome roubado”?
2) Ele foi publicado em um jornal ou em um livro? Como você chegou a essa conclusão?
3) A história do nome roubado é verdadeira ou inventada pelo autor do texto? Como você chegou a essa conclusão?
4- Porque você acha que Mão de cabrito roubou o nome Jorge?
5-“Meu nome já esta sendo usado,mas era de estimação”. O que a personagem quis dizer com essa afirmação?
6- Porque o nome tem tanta importância? Para que ele serve?
Festa de encerramentos da minha participação com a terceira serie com saldinho e com bombons para cada aluno.
Auto Avaliação do Professor:

Auto avaliação do aluno com a professora

Encerramento da aula.


Na a Avaliação: Foram avaliados de acordo com a participação nas aulas.

3.2 Plano de aula 4ª serie


O projeto teve como tema, a origem do nome. Com objetivo geral:Possibilitar que as crianças na compreensão com outros, e a importância de se conhecer a sua origem e sua história de sua família e de seus amigos.Bem como objetivo especifico:Construir com as crianças a árvore genealógica;Fazer cartazes; Fazer Leitura dos texto;Analisar a origem do nome, de onde vem;Fazer com as crianças a linha do tempo desde o seu nascimento ate os dias de hoje;Montar com a criança a sua historia com a sua pratica social;Relacionar as fotos antigas com as fotos de hoje.
Utiliza-se metodologia: Falei da importância de se ter um nome;Entreguei uma atividade sobre o seu nome.


1- O que você acha do seu nome? Quem escolheu? Por quê?
2- Você gosta do seu nome ou prefere mudá-lo? Por quê?
3- Muitas pessoas colocam o próprio nome em seus filhos. Porque você acha que fazem isso?

4- Quais os nomes de pessoas mais estranhos e diferentes que você já ouviu?
5- Se uma pessoa não gosta do nome que tem,o que você sugere?
6- Você trocaria o seu nome? Por quê?
Entreguei o Texto : A Fruta sem nome
Clarice Lispector
No tempo de nossas tatatatatataravó, simplesmente as árvores cresciam linda sem dar frutas. Alem do mais,não havia boas raízes para repasto bom. Como se pode imaginar, a fome grassava entre os bichos.
Ai, como quem não quer nada se espalhou um boato:na floresta amazônica crescia uma arvore especial, Arvore com dom de encantamento.
_ Dá frutas? Perguntavam os bichos. A resposta veio da arara ta galera:: dava fruta gostosa.
Havia, porém, um “mas”. Para colher a fruta era preciso conhecer antes o seu nome...
Os bichos pensaram, pensaram e pensaram. E resolveram perguntar o nome da árvore mágica a Tupã Este não se fez de rogado: _ Olhem, é “ muçá, muçá, muçá”.
A anta começou a repetir e a repetir o nome pelo caminho para não esquecer. Mas encontrou uma velha egoísta que queria comer sozinha todas as frutas.
_ Anta, amiga minha, quer trazer para mim uma “mugá, mucungá ,muculungá?
A anta ficou pasma e atrapalhou-se quanto ao nome que vinha repetindo.
O jeito era outro bicho pedir a tupã o nome da fruta. Mal pensaram e logo agiram, obtendo o quati o nome esquecido. Mas também encontrou a velha maluca e se atrapalhou para valer. Depois foi a vez do macaco que ameaçou a velha. Esta, contudo, disse um nome qualquer para a fruta – e adeus memória de macaco. O jacaré também caiu na cilada
Chegou então a vez do Jabuti que tem casco de tartaruga. Foi perguntar a Tupã o abençoado nome. Tupã quis desiludi-lo:
- Você não é de nada com sua vagareza, a velha te pega antes que você dê dois passos.
O Jabuti, porem, não desanimou. Confiava na sua esperteza que era maior que sua lentidão. Alem do mais, era bicho insistente. Aprendeu o nome e depois a mesma melodia.
Ai a velha foi se achegando sabia gritou:
- Filhinho, também quero uma “mugá,mucungá,muculungá. Mas o jabuti continuou dizendo: “muçá, muçá etc”.
Quanto mais a velha queria atrapalhar, mais o jabuti repetia o nome certo. Fez de surdo e tocava a flautinha sem se esquecer o que tupã lhe ensinara...
A velha ficou danada da vida e começou a bater no seu casco. Mas embaixo do casco o jabuti cantava. Quem ficou atrapalhada foi a velha raivosa.
O jabuti é o bicho bom e ensinou o segredo aos outros animais. A fruta era uma delicia e a comilança foi grande. É claro que o jabuti regalo-se. Mas tem uma coisa: ficoi até hoje com o casco rachado por causa da surra que levou da velha.
Comentei com as crianças sobre o texto; comentei com as crianças a importância dos documentos de termos um documento.Entreguei um texto q fale sobre a Origens da Família
A família é o primeiro grupo de convivência social. É formada por um conjunto de pessoas que possuem a mesma origem,ligadas entre si por laços de parentesco ou afetividade.
A arvore genealógica serve para visualizar as origens das pessoas. A genealogia permite conhecer as relações de parentesco e os antepassados das pessoas de uma família.
Dessa forma, as origens referem-se à ascendência, o ponto de partida de uma família levando em conta a sua naturalidade.
Geralmente,costuma-se dizer que alguém é natural dessa ou daquela região,nação,desse ou daquele país,pois as pessoas têm origens diferentes.
Você obtém informações dos seus antepassados com as pessoas da sua família e pelos os registros, tais como: documentos,fotografia,objetos, louças,roupas,sapatos,móveis, quadros e pinturas.



A construção da arvore genealógica.


Construção da arvore Genealógica

Tarefas: Escrever uma redação sobre a historia da vida deles. Correção das Tarefa; Continuação da construção da arvore genealógica; Apresentação da Arvore de Genealogica



Apresentação da arvore genealogica


Comentar com as crianças sobre a pratica social.



A HISTÓRIA É UMA PRÁTICA SOCIAL: O HOMEM É UM SER HISTÓRICO





















O homem é um sujeito histórico

Você já pensou que todos os seus objetos de uso pessoal foram produzidos no passado?
Alguém um dia inventou algo que você usa hj.


A Música é uma prática social























O passado está vivo no seu dia-a- dia.




















Hoje você vive num grupo social,porque os homens no passado criaram diversos meios e formas de existência sociais.











Você necessita viver com outras pessoas, porque não pode viver isolado,sozinho. Você é um ser social e histórico.























Para viver em grupo, o homem teve que criar regras sociais,a fim de facilitar a convivência.Essas regras são os valores éticos de cooperação,justiça,amizade,solidariedade,responsabilidade e respeito.





























Quando você nasceu,as coisas já estavam prontinhas, só faltava você para dar continuidade às mudanças históricas. O tempo não pára!

















Mostrar o cartaz que mostre o histórico social

O homem é um sujeito histórico
Responder as questoes
Responda
1- Por que a historia é uma prática social?
2- Qual é o significado dos objetos que você utiliza?
3- Como você sente a presença do passado no seu cotidiano?
4- Como você esta ligado ao passado histórico?
5- O que o diferencia do passado histórico?
Tarefa responder as questões; Correção da Tarefa;ler o texto sobre o conhecimento Histórico





















Responder atividades do texto Conhecimento histórico
Porque você é um ser histórico?
1- Quais são as fontes que os historiadores utilizam para produzir o conhecimento histórico?
2- Quais são as fontes históricas que você possui?
3- Sua família possui fotografias antigas? Qual é a data delas? Quem aparece nas fotos? Descreva o que mostram as fotos,como as pessoas estão vestidas e o que estão fazendo.
Correção das atividades;Medida do tempo
Medidas de tempo


É comum em nosso dia-a-dia pergunta do tipo:
Qual a duração dessa partida de futebol?
Qual o tempo dessa viagem?
Qual a duração desse curso?
Qual o melhor tempo obtido por esse corredor?
Todas essas perguntas serão respondidas tomando por base uma unidade padrão de medida de tempo. Marcel já sabe que o relógio é um instrumento utilizado para medir o tempo.
Ex: Uma sexta, Marcel foi ao cinema com os seus amigos.
Saímos de casa às 3 horas e meia.
O filme começou às 4 horas e terminou as 5 horas e meia.
Outras importantes unidades de medida:
mês (comercial) = 30 dias
ano (comercial) = 360 dias
ano (normal) = 365 dias e 6 horas
ano (bissexto) = 366 dias

semana = 7 dias
quinzena = 15 dias
bimestre = 2 meses
trimestre = 3 meses
quadrimestre = 4 meses

semestre = 6 meses
década = 10 anos
século = 100 anos
milênio = 1.000 anos

Atividades




1-Daniela saiu de casa às 3 horas e chegou na escola as 3 e meias.Quanto tempo Daniela levou para chegar a escola?
2-O filme começou às 4 horas e terminou às 5 e meia. Qual o tempo de duração do filme?
3- Qual é tempo que Laura leva para escovar os dentes e lavar as mãos?

4-Qual é tempo que Amanda leva para se vestir?
5-Qual tempo que Cristiano leva para preparar o seu material da escolar?

6- Qual é o tempo que o Eder leva para tomar café?





Correção da atividade; Ler o texto Raça e Etnias
Ao se falar de raça e etnia muitas pessoas demonstram total falta de base teórica ou então idéias distorcidas sobre a questão, hoje é sabido que do ponto de vista biológico todas as idéias de racialização humana cairam por terra, não existem raças humanas, mas apenas a espécie (raça humana), porém a construção social feita a partir destas idéias permanece no imaginário popular e principalmente os efeitos nefastos de todas estas hoje sabidamente equivocadas idéias na vida de milhões e milhões de pessoas ao redor do mundo, em especial nos reportamos ao Brasil. Para eliminar os efeitos destas idéias equivocadas é preciso porém antes, conhecer como foi realmente montada a idéia de raça e seus conceitos. Hoje nos remetemos as questões étnicas ( povos), a discussão de raça não faz mais sentido a não ser do ponto de vista dos seus efeitos na construção social.
ETNIA
Uma etnia ou grupo étnico é em um sentido amplo uma comunidade humana definida por afinidades linguísticas, culturais e genéticas. Estas comunidades comumente reclamam para sí uma estrutura social, política e um território. Etnia se usa a vêzes erroneamente como um eufemismo para raça, ou como um sinônimo para grupo minoritário.
Raça é um conceito que tem sido associado ao de etnia. Porém etnia compreende os fatores culturais (nacionalidade, afiliacão tribal, religiosa,língua ou tradições) e biológicos de um grupo humano, raça específicamente alude aos fatores morfológicos distintivos desses grupos humanos (cor de pele, compleição física, estatura, traço faciais, etc.) desenvolvidos em seu processo de adaptacão a determinado espaço geográfico e ecossistema (clima, altitude, flora, fauna, etc.) ao largo de várias gerações.
Históricamente, a palavra "etnia" significa "gentio", proveniente do adjetivo grego "ethnikos." O adjetivo se deriva do substantivo ethnos, que significa gente ou nacão estrangeira. O sustantivo deixou de estar relacionado com “Pagão” em princípios do sec. XVIII. O uso do moderno sentido da palavra começou na metade do sec. XX.
A Genética
É importante considerar a genética dos grupos étnicos se devemos distingui-los de um grupo de individuos que compartilham únicamente características culturais. As etnias geralmente se remetem a mitos de fundacão que revelam uma nocão de parentesco mais ou menos remoto entre seus membros. A genética atual tende a verificar a existencia dessa relacão genética, porém as provas estão sujeitas a discussão, refrência é Lucca Cavalli-Sforza.
Grupos étnicos
Os membros de grupos étnicos costumam conceber a sua identidade como algo que está fora da história do estado-nação – quer como alternativa histórica, quer em termos não-históricos, quer em termos de uma ligação a outro estado-nação. Esta identidade expressa-se muitas vezes através de "tradições" variadas que, embora sejam frequentemente invenções recentes, apelam a uma certa noção de passado.






Etnia Japonesa







CHINESA






ITALIANA





Explicação ; Formar grupos
Responda

Por que os brasileiros são tão diferentes entre si,mas constituem um só povo? Agora com os seus colegas, descrevam uma frase que responda essa pergunta.
Façam um cartaz e exponha-o no mural da classe.




As crianças trabalhando em grupo

Continuação do carta; Apresentação do trabalho

Grupo 1

Grupo 2

Grupo3

Grupo 4




Falei de como é feito um calendário; a construção dos calendários das crianças

A construção do calendário










Calendário feito pela aluna da quarta série






Ler o texto O nome Roubado

Correção do Texto,Encerramento.
Auto Avaliação do Aluno para a professora:
























Na a avaliação:Os alunos foram avaliados pela a participação de cada um na aula












Conclusão
Esse trabalho foi muito bom pois aprendi muito com tudo que eu convivi em uma sala de aula nesses dias foi muito bom,pois pude aprender a lidar com situações que me fizeram crescer como pessoa. Vi que as crianças necessitam de alguém que ensinem o que é certo,que lhe de carinho. Pois a uma diferença de ser professor e “professor”. Ser professor não é só falar,mas também saber ouvir,isso que é importante em relação a tudo que eu convivi.
Na hora de passar o conteúdo vi que eles estavam sempre atentos a ouvir o que iriam aprender, em seus questionamento que me deixavam alegres de ver como eles estavam aprestar atenção.
Esse trabalho foi muito bom para mim mesmo.






















Referencia Bibliográfica
Parâmetros Curriculares nacionais: Ciência Naturais? Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/ SEF,1997
Parâmetro Curriculares nacionais: Matemática? Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/ SEF,1997
Parâmetro Curriculares nacionais: Historia e Geografia? Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/ SEF,1997
Parametro Curriculares nacionais: Língua Portuguesa? Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/ SEF,1997
MEC,1997, http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2001/port/pgm1.htm 14 de setembro de 2008 as 14 horas da tarde
WARSCHAUER, Cecilias: A roda e registro: Uma parceria entre professor, aluno e conhecimento - Rio de Janeiro:Paz e Terra,1993.

O PRECONCEITO ENTRE PROFESSOR E ALUNO

O PRECONCEITO ENTRE PROFESSOR E ALUNO





INTRODUÇÃO
Só quem pode transformar o aluno somos nos mesmo responsáveis pela construção da personalidade das nossas crianças. Pois o preconceito de professor e aluno só prejudica no ensinamento e na vida de nossos alunos.Pense bem antes de excluir,pois esse aluno pode ser o seu reflexo do que aconteceu com você em passado.
O preconceito não ajuda o outro a crescer só atrapalha no desenvolvimento do ser.



































O PRECONCEITO ENTRE PROFESSOR E ALUNO
Ao analisar de onde vem o preconceito pude verificar no livro a historia de orgulho e preconceito , que o preconceito vem desde o século XVII, na Inglaterra se tratava de uma trajetória de uma família bastante peculiar. Imagina-se dentro do século XXI a onde as mentalidades continuam a mesma coisas e as pessoas ainda continuam com os preconceitos ainda maiores.
Podemos descrever que os preconceitos acontecem perante os educadores que excluindo os seus próprios colegas de trabalhos e ainda querem impor a inclusão se eles mesmos excluem.
Os próprios educadores já vem excluindo os seus colegas já em faculdade,imagina o que ele faz com o próprio aluno com dificuldade,com certeza esse aluno também será imaginalizado perante os colegas e professores.
Isso tudo que os colocam é a própria “sociedade” que opõe regras que necessitam aparecer que na verdade a muito que fazer para mudar as mentes das pessoas perante o preconceito.
Segundo Austen (1993,p;25) “Pode fazer com que alguém pense ser arrogância a simples utilização de um estilo mais refinado [...]”.
A vaidade e orgulho falam de coisas completamente diferentes, embora sejam usados com freqüência com o sentido da palavra. Pois nem todas as pessoas que tem orgulhos são vaidosas. Não querendo descriminar a profissão que eu escolhi mas a profissão de professor é a mais que descrimina o ser humano. Pois entra com a mentalidade que sabe tudo e quando vai para sala de aula quer ser o bom,mas ele não vê que é ser humano que eles vão educar para sociedade.
Para Austen (1993,p;35) “ O preconceito pode ser medo da maneira de vencermos os medos é conhecendo-nos melhor e enfrentando os nossos receios”.
Sabe-se que um professor não limita suas influencias, mas não é reconhecido apenas um guia que usa as suas próprias influencias para ensinar . Mas só que as vezes de usar para conquistar os alunos e os colegas eles acabam se afastam cada vez mais por falar mau dos outros por não querer ajudar no que o colega necessita saber. Ficam sempre naquela de conversa que não levam a nada.
O convívio dos professores em relação aos colegas não depende só exclusivamente de quem sabe mais mas pode ser dizer estamos a relacionar com pessoas da mesma área, tendo que ser respectivo ao encontro de pessoas que esta presente em nossa relação social.
Para Lindgren (1971,p;52) “A eficiência de um professor depende tanto de sua compreensão de si como da compreensão de seus alunos”.
Incluímos que tudo que se passa aos colegas de trabalho reflete aos nossos alunos. Pois as crianças passam a conviver mais o seu tempo na escola, onde que eles estão se relacionando com outras pessoas de diferenças raças e cor.
Cabe ao professor a facilita o conhecimento ao aluno, pois é nele que as crianças se espelham. Como se sabem a interação do professor e aluno pode modificar todos os seus valores. Pode se dizer que mais comum na relação do professor – aluno, é o aluno sofrer a influencia do professor em sala de aula. Também considero essa influenciam em relação professor e professores que se exclui perante aos outros colegas.
O professor muitas vezes atrapalha o desenvolvimento do aluno perante o seu preconceito faz com que o rendimento seja baixo em relação ao sucesso escolar. Induzindo o aluno a enviesar seu desempenho e manter-se em nível indesejáveis de aproveitamento.
A expectativa do professor afeta não só as realizações escolares do aluno, como seu desempenho intelectual, por isso vêm aumentando o interesse em determinar a influência dos fatores não intelectuais sobre o rendimento da aprendizagem.
Para (BALACHEY, 1969, p.209) No presente estudo vamos apontar como as atitudes e os preconceitos podem se apresentar na relação professor-aluno, uma vez que ao enfrentar vários problemas, na tentativa de satisfazer suas necessidades, o indivíduo desenvolve atitudes. O papel das necessidades no desenvolvimento das atitudes se revela claramente no caso de um tipo socialmente importante de atitude — o preconceito
Pelo os professores como qualquer ser vão formando preconceitos na busca de soluções do problema na satisfação de suas necessidades e vão externando-os através dos contatos que tem com os demais seres que convive e, especialmente, com seus alunos.


A atitude é uma predisposição relativamente duradoura de crenças sobre um projeto ou situação, que leva a pessoa a responder de maneira preferencial. Usando os estudos de Wheldall podemos afirmar que a atitude pode ser considerada como sendo formada de três partes: em primeiro lugar há o conhecimento da pessoa (componente cognitivo), o que sabe sobre o sujeito. Em segundo lugar, há o que sentimos sobre ele (componente afetivo). Em terceiro lugar, há o que tendemos a fazer em relação ao objeto (componente comportamental). (1974, p.320).
Cabe a nós ressaltar que precisamos tomar atitudes porque elas são de modo pela qual é possível estruturar o nosso meio e o nosso conhecimento adquirido. Competir com o influxo continua de novas informações providenciando pelos os nossos sentidos que temos a capacidade de ordenar e classificar as nossas informações que precisamos aceitar o que outro é e não rejeitar o seu modo de viver.
A atitude atua como uma espécie de peneira ou filtro, que reduz a quantidade de informação de que dispomos e nos permite relacionar a informação nova com a que já possuímos.
Isso acontece com as atitudes que ocorre com as imitações que são consideradas como método importante por meio a que elas vivem e aprende em sua meio cultural. Como família,classe,raça ou religião.
Para Silva (1998,p;45) “As atitudes podem mudar ou serem mudadas de muitos modos, dependendo das informações e experiências de cada pessoa”.
Isso possa servir de forma voluntária conduzindo a nova experiência que possa ser mudada a partir da deliberadamente por um propagandista habilidoso que se da o nome de mudanças de comportamentos.
Isso se conduz nas atitudes mais estuda em nosso meio que é o preconceito.Isso refere o prejulgamento, como um sentimento antecipado por pessoas ou coisas baseada por experiências reais.
Quando generalizamos características ou motivos para um grupo de pessoas, estamos a estereotipar. Estereotipar não é necessariamente um ato abusivo intencional, muitas vezes é apenas um meio de simplificar nossa visão do mundo, e todos nós, de uma forma ou de outra, o fazemos. A maioria dos estereótipos não se baseia em experiências válidas, mas sim em boatos ou em imagens forjadas pelos meios de comunicação, ou é gerada em nossas próprias cabeças, como recurso para justificar nossos preconceitos e crueldade.
Existe quatro causas básica para o preconceitos que se pode dizer que são as causas para que isso aconteça esta na base dos conflitos ou competições, econômica e política, a agressão deslocada; as exigências da personalidade; e conformismo com as normas sociais existente.


COMO MUDAR O MODO DE PENSAR DE UM PROFESSOR EM RELAÇÃO AO ALUNO.

Todos sabem que o professor é um ser humano comum,mas só que eles tem uma missão de transmitir conhecimento. Mas também que se angustia e sofre com as influencias que os demais seres humanos sofrem durante o seu processo da vida. Eles também pertencem a um grupo social, que também tem sua família,religião,classes essas coisas que todos nos seres humanos temos em comum,mas só que uns querem se aparecer mais com os outros.
Segundo Silva (1986,p;55) “Suas atitudes e valores vão sendo aprendidas através desse processo de socialização e seus conceitos e preconceitos se formarão de acordo com os estereótipos convencionais destes grupos”.
As atitudes do professor em relação aos seus alunos estão centradas no preconceito adquirido ao longo caminho percorrido no julgamento que se apresenta perante a convivência do professor e aluno.


ANALISAR O PRECONCEITO DO PROFESSOR NA TURMA DE ALUNOS


Perante as técnicas usadas pelo o professor na sala de aula ficam claras os conceitos que ele faz durante a sua participação com a turma. Pode se colocar um exemplo que sempre deixamos passar por percebido que demonstra o seu preconceito pelo o aluno.
Segundo Silva (1986,p,86) “Basta que solicite constantemente a resposta da sua rejeição, sabendo previamente daquele não de tem a resposta correta”.
Cada vez mais que o professor questiona e menos o aluno responder fica em publico que ele não culpado do sentimento que nele se cria por este aprendiz. Pois todos percebem que eles não sabem nada e a onde fica o respeito, o sorriso e o amor desta pessoa. Esse professor demonstra mais afeto por aquele que demonstra o que aprendeu nas atividades dada pelo o professor.
E com isso o professor acaba gerando um processo competitivo onde certamente irão caçoar e ridicularizar o colega que não sabe responder o conteúdo corretamente. Certamente esse aluno será considerado burro, um rejeitado,um fraco um perdedor. Pode se ver que desse aluno que é rejeitado pelo o professor ninguém se aproximara dele para oferecer ajuda para selecionar o problema que esta sendo discutido em aula.
Assim sendo o professor vai dificultando as relações em sala de aula, plantando a desigualdade impedindo aprendizagem do aluno. Dando a ele a culpa por ele não aprender o conteúdo, e deixa claro que o aluno não aprende por que não quer, ou que ele não se aproxima do grupo por ele mesmo querer se isolar do grupo da sala de aula.

Segundo Adorno (1965,p;45)”Muitos preconceitos dos professores, intencionalmente ou não, vão sendo passados para seus alunos através das atividades propostas”.
Os professores imaginavam apresentar à criança a realidade na qual que ela deseja ser a correta, para a sociedade. Onde que na sociedade só tem espaço para aqueles que são espertos. E o uso continua de preguiçosos são rotulados como ultrapassados é assim que fazem dos alunos com dificuldade ou por ser classe baixa. Isso se da na compreensão da realidade de um povo que escolhe que devem ser valorizado ou não pela sociedade.



COMO REDUZIR O PRECONCEITO

Para diminuir o preconceito é recomendado que os professor leia mais sobre o que é o preconceito, que tenta conhecer mais sobre a realidade do aluno, tendo finalidade de rever a sua pratica diária por parte envolvidos dentro de uma educação que se diz ser tomada por consciência que cada ser tem o seu modo de agir e pensar.
Dando ao aluno a bagagem individual que interfere em seu modo ensinar para que ele possa não deixar a escola por falta de compreensão do mestre que ele tanto tenta se espelhar.
Para Folberg (1986 ,p,35) “ Também é importante que se oportunize cada vez mais de situações onde pessoas de diferentes descendência possam participar mostrando o seu valo[...]”.
Dando oportunidade as atitudes plantada ao preconceitos com vista a intrumentalizar o futuro docentes, onde a escola abrem as portas para receber os seus alunos das mais diversas procedências, dando a oportunidade de cada um crescer nas mesmas condições para que todos cultive diversos valores que trazem junto a eles a cultura de sua família, dando oportunidade de mostrar que vivemos num um mundo onde que todos podem e devem ser tratados da mesma maneira.







CONCLUSÃO
Esse trabalho mostrou para mim que não adianta só falar de inclusão,pois todos nos excluímos alguém por não aceitar como as pessoas são.
E por eu entender tudo isso,por revi vencia o preconceito não só do professor e aluno,como o preconceitos que estamos gerando nem bem ao sair da faculdade já estamos excluindo as pessoas da forma de ela ser.
Ao falar de inclusão é a ao mesmo tempo é deixar o preconceito de lado,pois sabe que as pessoas jamais vai deixar de lado os seus preconceitos,pois elas vão nascer com ela e vão morrer com o preconceitos. Tem pessoas que buscam mudar mas é complicada a sua mudança pois essas pessoas também sofrem pela a sociedade não entender a essa mudança que gera em nossas vidas.























REFERENCIA BIBLIOGRAFICA
ADORNO, Theodor W. et al. La personalidad autoritária. Buenos Aires: Proyección, 1965

AUSTEN, JA JANE Austen,Orgulho preconceito,
www. digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1910 05/11/2008 as 10 horas da amanha

BALACHEY Krech. O indivíduo na sociedade. São Paulo: Pioneira, 1969.
FOLBERG, Maria et al. O que pensa o povo da escola. Porto Alegre: Movimento, 1986.

LINDGREN, Henry C. Psicologia na sala de aula: O Professor e o processo ensino- aprendizagem. RIO de Janeiro: Ao Livro Técnico .1971


SILVA,José Herculano et al.Quem sabe ensina, quem não sabe aprende: a educação em Cuba.São Paulo:Papirus, 1986.

Pense nisso

... A tristeza não vem da solidão. Vem das fantasias que surgem na solidão. Lembro-me de um jovem que amava a solidão: ficar sozinho, ler, ouvir, música... Assim, aos sábados, ele se preparava para uma noite de solidão feliz. Mas bastava que ele se assentasse para que as fantasias surgissem. Cenas. De um lado, amigos em festas felizes, em meio ao falatório, os risos, a cervejinha. Aí a cena se alterava: ele, sozinho naquela sala. Com certeza ninguém estava se lembrando dele. Naquela festa feliz, quem se lembraria dele? E aí a tristeza entrava e ele não mais podia curtir a sua amiga solidão. O remédio era sair, encontrar-se com a turma para encontrar a alegria da festa. Vestia-se, saía, ia para a festa... Mas na festa ele percebia que festas reais não são iguais às festas imaginadas. Era um desencontro, uma impossibilidade de compartilhar as coisas da sua solidão... A noite estava perdida.
Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos. E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia.

(Rubem Alves)

O que é ser Pedagogo.

Há algum tempinho que acabei a faculdade de pedagogia, pela qual passei três anos da minha vida tentando entender à psicologia infantil, trabalhei alguns meses em cima da minha monografia, na qual, tinha o tema: A Psicanálise dos Contos de Fadas na Educação Infantil, não foi muito fácil, mais depois de três anos sem ter um pouco de vida pessoal e sem tempo estou aqui formada tentando algo que possa ser útil para minha formação.
Muita duvida tive, ao longo de minha formação, entre ela o papel do professor na vida de seu aluno pela qual reservo um pouco do meu tempo para trabalhar com vocês. Muitos me perguntam se vou lecionar aula, digo que não sei se um dia chegarei a enfrentar uma sala de aula, me perguntam então o porquê fiz o curso de pedagogia, descobri que o curso pelo qual sou formada me reserva muito mais do que uma simples sala de aula.
Voltando ao papel do professor agora sendo Pedagogo, para que e o porquê ter, ser um pedagogo, profissão que necessita de amor, respeito e responsabilidade, tendo como base os quatros pilares da educação: aprender a aprender, aprender a ser, aprender a fazer e aprender a conviver, servindo de base para a pedagogia.
O pedagogo precisa sempre estar atualizado, não se pode formar e estacionar em uma escola hoje ele precisa muito mais do que pegar na mão do aluno e ajudar ele a escrever, tem se como objetivo formar um cidadão críticos capazes de mudar a sociedade pela qual vivemos, tem que estar sempre aprendendo seja com seu aluno, com seu companheiro de trabalho, com a família ou com o amigo, apesar de que estes pilares da educação servem de base para tudo que se tem hoje, umas das causas pela qual a profissão de pedagogo tem aberto novos caminhos.
Ser pedagogo não significa só atuar em escola ou sala de aulas, tem que ser muito mais além, acima de tudo, precisa estar acompanhando tudo a nossa volta a historia muda a cada dia, não deixando para traz nossas raízes mais sim atualizando nossos conhecimentos e aprendendo a cada dia um novo jeito de compreender a vida.
Pedagogo vem de Pedagogia que é a ciência ou disciplina cujo objetivo é a reflexão, ordenação, a sistematização e a crítica do processo educativo, sua palavra tem origem na Grécia antiga, paidós (criança) e agogé (condução). O profissional cuja formação é a Pedagogia, no Brasil é uma graduação da categoria Licenciatura ou Gestão Escolar (administração escolar, orientação pedagógica e coordenação educacional). Devido a sua abrangência, a Pedagogia engloba diversas disciplinas, que podem ser reunidas em três grupos básicos: Disciplinas filosóficas, Disciplinas científicas e Disciplinas técnico-pedagógicas.

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