9 de fev de 2009

“ÁGUA QUE VAI, ÁGUA QUE VEM”

“ÁGUA QUE VAI, ÁGUA QUE VEM”

Ensinar a ler e a escrever nas aulas de Ciências

Conteúdo:
O movimento da água na natureza

Autor:
Clotilde Maria S. Silva Bernal, professora da Rede Municipal de Ensino e da Escola Cooperativa – Vila Mariana, São Paulo

e-mail:
clo.bernal@ig.com.br

Série:
6ª série do Ensino Fundamental

Tempo necessário:
8 aulas

Introdução:
A crise energética pela qual estamos passando traz de volta a questão da água. Para compreender as relações existentes entre racionamento de energia e o abastecimento de água de um lugar é preciso que o aluno conheça os movimentos que a água faz na natureza – o chamado Ciclo da água. Tendo desenvolvido esses conteúdos, ele será capaz, inclusive, de perceber qual seu papel diante da questão do uso racional de um recurso vital, como a água.
Construir o conhecimento, neste ou noutro assunto científico requer uma série de procedimentos de leitura e escrita que são tarefa do professor de Ciências ensinar.
Neste plano de aula, propomos um trabalho de busca e leitura de informações sobre o tema ciclo da água e a produção de um texto informativo do tipo esquema, contendo ilustrações e legendas.

Objetivos, em competências e habilidades:
Ao final desta seqüência, espera-se que o aluno seja capaz de:
• Localizar e reunir diferentes materiais escritos em que pode encontrar as informações de que necessita;
• Identificar nos materiais encontrados, informações a respeito do assunto que está estudando;
• Compreender as informações encontradas quer sejam texto, esquema ou ilustração;
• Registrar em tópicos, ilustrações ou esquemas as informações relevantes;
• Produzir um texto informativo, utilizando-se das informações obtidas sobre os movimentos que a água faz na natureza;
• Elaborar esquemas ou ilustrações que traduzam o conhecimento elaborado até então sobre o tema estudado;

Recursos didáticos

• Textos de diferentes procedências trazidos pelos alunos: de livros, revistas, jornais, Internet, etc.
• Folhas de monobloco e sulfite A3 e A4.
• Lápis de cor.
• Giz e lousa.

Organização da sala

Nos momentos de trabalho em grupo, reunir quatro mesas de forma a que os alunos de um mesmo grupo fiquem de frente uns para os outros. Nos momentos de estudo individual e de socialização, em fileiras ou em semicírculo voltados para a lousa.


Desenvolvimento da atividade:

1ª aula:
1º Momento: Levantamento do conhecimento prévio sobre o tema
O professor deverá levantar com os alunos as idéias que eles têm a respeito do comportamento da água na natureza. Pode-se fazer isso através de uma questão-problema inicial como: “A água vai acabar?” A extensão desta etapa depende das respostas e dos conhecimentos revelados pelos alunos. À medida que as falas acontecerem, registre na lousa as idéias dos alunos, na forma de frases curtas e solicite que eles as copiem em seus cadernos. Logo em seguida, o professor deverá motivar os alunos a fazer perguntas, expondo suas dúvidas e curiosidades sobre o tema. Faça intervenções, crie dúvidas e conflitos com o objetivo de provocar questionamentos. Registre na lousa e peça que os alunos anotem as novas perguntas. Guarde uma cópia desses registros.

2º Momento: Orientações para a busca de informações
Anote na lousa ou entregue em folha impressa as orientações de como o aluno deverá proceder para buscar informações que vão dar respostas aos novos questionamentos, explicando cada item. Neste roteiro devem constar:
• Determinação dos assuntos a serem pesquisados, através da leitura dos registros feitos na etapa anterior. Aqui você poderá complementar sugerindo outros tópicos, caso não tenham aparecido nas falas dos alunos aspectos básicos do ciclo da água.
• Onde buscar informações? Oriente-os no sentido de começar a busca em suas próprias casas, em livros didáticos, especialmente de 5ª e 6ª série de Ciências, livros didáticos de Geografia, livros para-didáticos, enciclopédias, revistas, jornais e sites de pesquisa na Internet. Só então, ida à biblioteca da escola, do bairro ou da cidade.
• Como trazer as informações para a escola? Caso o material impresso seja próprio, trazer o original. Caso isso não seja possível, o aluno deverá providenciar a cópia para que possa usar em sala de aula. Nesse caso, a fonte de onde se extraiu a cópia deverá ser anotada antes da devolução do material. No caso de texto tirado da Internet, orientá-los para que anotem os dados sobre o site pesquisado.
Programe esta aula inicial de modo que seja possível dar um tempo de no mínimo 2 dias para que os alunos providenciem os materiais de pesquisa. É preciso motivá-los no sentido de que o sucesso da aula seguinte dependerá dos materiais que cada um trouxer.

2ª aula: Pesquisa em sala de aula
Prepare-se para a possibilidade de alguns alunos chegarem sem nenhum material para pesquisa. Separe alguns livros sobre o assunto para emprestar.
1º Momento: Mostra pelos alunos dos materiais trazidos.
Inicie a aula solicitando que os alunos deixem sobre suas mesas apenas o caderno, o estojo e os materiais trazidos para a pesquisa. Dê as orientações para o trabalho de leitura e de registro.
2º Momento: Exposição pelo professor das estratégias de leitura e registro.
Não tem sido uma preocupação dos professores de Ciências ensinar seus alunos a ler compreendendo um texto informativo na área de Ciências. Pressupõe-se que eles já o saibam, na 6ª série. De fato, cada leitor constrói suas próprias estratégias de leitura a partir dos contatos que tem com outros leitores. No entanto, é freqüente encontrar alunos com grandes dificuldades em identificar e registrar os conteúdos pertinentes ao assunto que pesquisam. Diante disso, cabe você mostrar-lhes por onde começar e como proceder.
Inicialmente, recorde junto com os alunos o que já estudaram até ali sobre o tema “Ciclo da água”. Feito isso, solicite que busquem no índice dos livros e outros materiais trazidos textos que digam respeito ao tema. Passados alguns instantes, e certificando-se de que todos os alunos já estão diante de um texto sobre o assunto, peça que percorram o texto com os olhos, lendo os sub-títulos, esquemas, as figuras e suas legendas.
Em seguida, solicite que façam a leitura atenta do texto, grifando o que julgam ser etapas, momentos, “mudanças de lugar” da água na natureza. Esse grifo pode ser feito com caneta marca-texto ou lápis. Caso o livro não seja próprio ou copiado, onde não se possa fazer o grifo, oriente-os a anotar em forma de itens, no caderno, as informações encontradas.
Caso você identifique na classe dificuldade em realizar a tarefa, é conveniente que mostre a eles como se faz: utilize um dos materiais trazidos pelos alunos, leia em voz alta um pequeno trecho e indique à classe o que considera importante ser grifado naquele trecho.
Ao término da aula, os alunos terão realizado parcialmente a tarefa. Oriente-os a prosseguir a leitura em casa, grifando e anotando as principais informações. E também que não repitam registros sobre informações iguais. Marque a data (próxima aula) em que todos deverão trazer os registros concluídos, na forma de um texto informativo, revisado e passado a limpo.
Além da produção de texto informativo, peça aos alunos que reproduzam em seus cadernos ilustrações ou esquemas que encontraram nos materiais pesquisados que expliquem o movimento da água na natureza.
Uma orientação importante é quanto à anotação das fontes bibliográficas usadas. Caso a classe ainda não conheça as regras básicas para fazer este registro, ensine-os como se faz, mostrando as citações bibliográficas dos livros pesquisados.
Uma variável possível é pedir que os alunos entreguem em folha avulsa o resultado das pesquisas. Desta forma, você poderá levar o material e, ao lê-lo, ter uma idéia da profundidade da pesquisa de cada aluno. Essa informação pode servir de critério na montagem dos grupos de trabalho da próxima etapa. Uma possibilidade é reunir no mesmo grupo alunos que tenham apresentado pesquisas com níveis bastante diferentes de aprofundamento.

3ª e 4ª aulas: Socialização em pequenos grupos
1º Momento: Formação dos grupos
inicie a aula solicitando que os alunos arrumem as mesas formando grupos de quatro pessoas. As parcerias são determinadas por você, valendo-se do resultado das pesquisas para decidir quem comporá os diferentes grupos.
2º Momento: Trabalho em grupo
Cada aluno, de posse de seu trabalho de pesquisa, contará a seus colegas o que encontrou. As ilustrações e esquemas produzidos por cada um serão vistos por todos do grupo. Em seguida, cada grupo deverá elaborar um esquema que conterá os elementos da natureza que participam do ciclo da água, sejam eles vivos ou não-vivos. Nesse esquema não deverão escrever palavra alguma, somente setas numeradas. Próximo ao esquema, deverá ser anotada a legenda, que explicará os diferentes momentos da água nesse ciclo.
Para realizar essa tarefa, cada aluno receberá uma folha sulfite onde desenhará seu esquema (de um lado da folha) e escreverá a legenda (no verso dela). Os esquemas ficarão semelhantes dentro de um mesmo grupo, porém, o toque pessoal fará com que não fiquem exatamente iguais.
Oriente os alunos para que façam a leitura de seus registros de pesquisa com calma; logo após a leitura de cada um, os demais devem buscar identificar na sua própria pesquisa o que há de coincidente (para não repetir) e o que é novo em relação ao que foi lido (e aí sim, ser lido e comentado pelo grupo). Ao término dessas duas aulas, os alunos entregam seus esquemas para que você os leia antes da próxima aula, registrando em sua ficha de acompanhamento o resultado dessa etapa de trabalho.


5ª, 6ª e 7ª aula: Socialização das pesquisas
Devolva aos alunos seus esquemas, vá até a lousa e solicite que os alunos lhe digam quais elementos não-vivos da natureza você deve desenhar inicialmente. Pronto o cenário, chame cada aluno a participar, lendo em seu trabalho o que está acontecendo com a água e como deve indicar isso no desenho da lousa.
Nesse momento, oriente a classe para que cada um fale quando lhe for dada a palavra, para que todos tenham a oportunidade de contribuir.
Um conteúdo que inevitavelmente é revisto refere-se aos estados físicos da água e suas mudanças. Se julgar conveniente, interrompa a montagem do ciclo para rever esse conteúdo, fazendo um esquema na lousa e solicitando aos alunos que registrem as informações em seus cadernos.
Durante a socialização, há duas possibilidades de procedimento de registro pelos alunos: aqueles que já fizeram, na etapa do trabalho em grupo, um esquema bastante satisfatório, poderão apenas conferir seu trabalho, acrescentando o que for novo. Porém, para boa parte da classe, talvez o mais adequado seja sugerir que construam um novo esquema do ciclo.
A elaboração do esquema na lousa se dará valendo-se dos mesmos procedimentos que os alunos utilizaram: colocar setas numeradas no desenho e escrever a legenda referente ao que se passa naquele momento, à parte.
Tendo concluído o esquema, os alunos devem ser motivados a realizar uma última atividade, que servirá de avaliação de todo o processo: uma nova versão do esquema, a ser feita em casa, em folha A3 para que o visual fique claro. Incentive-os a:
• Usar o colorido;
• Incluir elementos do ambiente modificado pelo homem, e não só do ambiente natural;
• Organizar o esquema de forma que o desenho das setas passe (visualmente) a noção de que a água descreve um verdadeiro movimento circular, um ciclo.
Peça que usem todo um lado da folha para o desenho e, dobrando a folha ao meio, deixem o desenho para dentro e usem esse lado da folha para a legenda, que poderá ser digitada numa folha à parte e colada no papel A3.
Por último, defina a data de entrega do trabalho final, que na realidade será um mini painel. Lembre-os de que, junto com esse mini painel, eles deverão entregar o esquema que produziram na etapa em grupo para que você possa analisar a trajetória de cada aluno ao longo da atividade.

8ª aula: Finalização da atividade
Após a leitura atenta de cada mini painel, aponte os acertos. Faça isso num papel à parte para não interferir no visual do trabalho do aluno. Nos casos em que for necessária a revisão, combine uma nova data de entrega e solicite que o aluno entregue, junto com o mini painel revisto, o papel com as observações para que você constate se suas intervenções foram compreendidas e atendidas.
Nesse momento, os alunos deverão estar curiosos por conhecer os trabalhos dos colegas. Juntamente com os comentários finais, elogios e incentivos, reserve alguns instantes para que os mini painéis circulem pela classe e sejam observados.

Avaliação
Nesta atividade você terá a oportunidade de exercitar a avaliação contínua. Isso será feito principalmente pela observação e registro das ações dos alunos, avanços e dificuldades de cada um deles. Desde o fato de o aluno ter (ou não) buscado e trazido material para pesquisa em sala, até a realização, qualidade e entrega no prazo do trabalho final, todas as etapas da atividade servirão como elementos na avaliação. Aliás, não só dele, mas também da própria proposta, possibilitando uma revisão da metodologia.
Exemplo de Ficha de Acompanhamento da Atividade, material que o ajudará a realizar uma observação e registro mais pontual do desempenho de cada aluno.

Nº/
Nome
Material
Para
Pesquisa Grifo Registro
das informações
relevantes 1ª texto
Pessoal:
Data da
Entrega



Qualida-
de

Citação das
Fontes No
grupo:

Esque-
ma: desenho


Legen-
da Parti-
cipação
Oral
1.
2.
3.







Nº/
Nome MINI PAINEL
Entrega Qualidade Qualidade
do esquema da legenda
Data:.........


Observações
1.
2.
3.

Na coluna “Observações” registre uma síntese de toda a atuação do aluno, considerando seu desempenho ao longo da atividade.


Contextualização

Cada área do conhecimento tem estruturas próprias de organização textual. Saber ler e escrever numa área não significa saber ler e escrever em outra. Se você quiser que seu aluno compreenda e produza textos científicos precisa esforçar-se para aprimorar estratégias de ensino da leitura e da escrita que possibilitem ao aluno uma compreensão cada vez maior do que lê e uma autonomia crescente no uso das estratégias para realizar essas atividades. Nesse sentido, para o estudo de cada conteúdo deve ser utilizada uma dinâmica adequada. No caso do ciclo da água, em que o esquema é a forma de registro mais adequada, adota-se uma seqüência de atividades que levam o aluno a não só compreender os símbolos próprios dessa forma de escrita, como a elaborar, ele mesmo, seu próprio esquema.

Aprofundamento do conteúdo

Uma leitura que se faz quase obrigatória para o professor que investiga formas de aprimorar seu trabalho em sala de aula é: Estratégias de Leitura, de Isabel Solé. Nesse livro, que não pretende ser uma manual de estratégias, mas um guia para a reflexão do professor, o aluno é considerado um ser ativo, que precisa ser ensinado a ler com compreensão, construindo um significado para o texto. O professor tem papel fundamental, pois vai criar situações em que ler será uma tarefa compartilhada, com objetivos definidos. Com Solé aprendemos que “aprender a ler significa encontrar sentido e interesse na leitura”.

Bibliografia
Lopes, César V Machado e Elaine B. Ferreira Dulac. Idéias e palavras na/da ciência e leitura e escrita: o que a ciência tem a ver com isso? In: Ler e escrever Compromisso de todas as áreas. Porto Alegre: Editora da Universidade/UFRGS, 1999.
Solé, Isabel. Estratégias de leitura. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.


Para saber mais
• Kaufman, Ana M. & Rodríguez, M. E. Escola, leitura e produção de textos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
• Lerner, D. (1998). Preparar para a vida acadêmica por intermédio da leitura e da escrita. Seminário Internacional “O sentido dos conhecimentos escolares: uma preocupação central na elaboração de projetos de ensino – uma abordagem a partir das didáticas das disciplinas” (Curso 1: ler e escrever). São Paulo: CEEV (Centro de Estudos da Escola da Vila). (mimeo)
• ---------. Aprendizagem da Língua escrita na escola. Porto Alegre: Artes Médicas.
• Morais, Artur G. Ortografia: ensinar e aprender. São Paulo: Ática, 2000.
• Teberosky, Ana & Tolchinsky, Liliana. Para além da Alfabetização – a aprendizagem fonológica, ortográfica, textual e matemática. São Paulo: Ática, 1996.
• Tolchinsky, Liliana L. Aprendizagem da linguagem escrita – processos evolutivos e implicações didáticas. São Paulo: Ática, 1998.
• Koch, I. V. e Fávero, L. L. A coesão textual. Mecanismos de constituição textual. A organização do texto. Fenômenos da linguagem. São Paulo: Contexto, 2001.
• ____________________. A coerência textual. Sentido e compreensão do texto. Fatores de coerência textual. Tipologia de textos. São Paulo: Contexto, 2001.
• Koch, I. V. e Travaglia, L. C. Texto e coerência. São Paulo: Cortez, 2000.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

O que é ser Pedagogo.

Há algum tempinho que acabei a faculdade de pedagogia, pela qual passei três anos da minha vida tentando entender à psicologia infantil, trabalhei alguns meses em cima da minha monografia, na qual, tinha o tema: A Psicanálise dos Contos de Fadas na Educação Infantil, não foi muito fácil, mais depois de três anos sem ter um pouco de vida pessoal e sem tempo estou aqui formada tentando algo que possa ser útil para minha formação.
Muita duvida tive, ao longo de minha formação, entre ela o papel do professor na vida de seu aluno pela qual reservo um pouco do meu tempo para trabalhar com vocês. Muitos me perguntam se vou lecionar aula, digo que não sei se um dia chegarei a enfrentar uma sala de aula, me perguntam então o porquê fiz o curso de pedagogia, descobri que o curso pelo qual sou formada me reserva muito mais do que uma simples sala de aula.
Voltando ao papel do professor agora sendo Pedagogo, para que e o porquê ter, ser um pedagogo, profissão que necessita de amor, respeito e responsabilidade, tendo como base os quatros pilares da educação: aprender a aprender, aprender a ser, aprender a fazer e aprender a conviver, servindo de base para a pedagogia.
O pedagogo precisa sempre estar atualizado, não se pode formar e estacionar em uma escola hoje ele precisa muito mais do que pegar na mão do aluno e ajudar ele a escrever, tem se como objetivo formar um cidadão críticos capazes de mudar a sociedade pela qual vivemos, tem que estar sempre aprendendo seja com seu aluno, com seu companheiro de trabalho, com a família ou com o amigo, apesar de que estes pilares da educação servem de base para tudo que se tem hoje, umas das causas pela qual a profissão de pedagogo tem aberto novos caminhos.
Ser pedagogo não significa só atuar em escola ou sala de aulas, tem que ser muito mais além, acima de tudo, precisa estar acompanhando tudo a nossa volta a historia muda a cada dia, não deixando para traz nossas raízes mais sim atualizando nossos conhecimentos e aprendendo a cada dia um novo jeito de compreender a vida.
Pedagogo vem de Pedagogia que é a ciência ou disciplina cujo objetivo é a reflexão, ordenação, a sistematização e a crítica do processo educativo, sua palavra tem origem na Grécia antiga, paidós (criança) e agogé (condução). O profissional cuja formação é a Pedagogia, no Brasil é uma graduação da categoria Licenciatura ou Gestão Escolar (administração escolar, orientação pedagógica e coordenação educacional). Devido a sua abrangência, a Pedagogia engloba diversas disciplinas, que podem ser reunidas em três grupos básicos: Disciplinas filosóficas, Disciplinas científicas e Disciplinas técnico-pedagógicas.

Minha lista de blogs

e-mail para contato

Entre e me ajudam

Mensagens ao Vivo e Telemensagens

Educar é um ato de amor

http://www.facebook.com/platform

Entre aqui